Vejo neste link uma grande discussão sobre cursos do Ensino Superior, especificamente Medicina.
Os alunos que actualmente entram para medicina são os melhores alunos do secundário e servem de guia para o nível dos restantes. Trabalharam e acabaram por ser premiados com a entrada num curso, que mesmo depois de se lá entrar não são favas contadas. Não há melhor situação de preenchimento de vagas nas universidades, que não seja o mérito escolar.
Hoje até já temos cursos de Medicina (já a funcionar na Universidade do Algarve e daqui a 2 anos na Universidade de Aveiro) para alunos com curso superior, que provem pelo percurso no Ensino Superior , estarem numa área afim. Nos últimos 15 anos abriram-se mais vagas de medicina, do que nos 15 anos anteriores!!! Mesmo assim a classe dos médicos já formados e por vezes os já em formação ressente-se destas atitudes do estado!!! É claro que o mercado não pode ser deixado a funcionar, quando a classe profissional superiormente remunerada for atacada pelo meio com que são atacadas as classe menos abastadas: abundância.
Quanto ao facto de as pessoas serem escolhidas, por critérios ainda mais ambíguos, do que o mérito escolar (inclusive exames nacionais), logo à entrada das faculdades, acho que isso é como pôr os gabinetes de recursos humanos à entrada das faculdades, como por exemplo para os restantes cursos.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
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